BH tem ato em apoio a Revolução Popular no Chile

“O movimento que agora nasce no Chile, contra a piora de vida, é mais um exemplo da força da luta anti-imperialista. A América Latina se levanta”

Movimentos de juventude, em conjunto com as frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, convocaram para esta quarta-feira (22) uma série de atos em apoio aos movimentos sociais do Chile que seguem nas ruas contra o governo do presidente Sebastián Piñera. Na quarta está previsto mais um dia de greve geral no país, que vive um clima de mobilização desde a última sexta-feira.

O Chile vive por um momento de manifestações democráticas e uma verdadeira Revolução Popular, desde a última sexta-feira (19). Após a declaração do aumento de 30 pesos  no preço das tarifas do metrô de Santiago, milhares de pessoas foram às ruas contra o atual governo ultra fascista de direita exigindo melhorias nas condições sociais da sociedade que há anos tem sido esmagada pelo poder do capitalismo e do imperialismo norte americano. O exército foi chamado para com o uso da força e truculência, típicos de governos de extrema direita, porem fim às reinvidicações populares. A polícia e o exército já mataram 15 pessoas desde o inicio das manifestações.

Em Belo Horizonte, cerca de 300 estudantes convocados pela UNE se somaram a diversos chilenos que residem no país, para em solidariedade ao povo chileno manifestarem. O Ato foi também um importante recado a sociedade, de como nasce uma ditadura e de quais são as consequências de governos fascistas neo liberais no poder.

“Como se vê pelos protestos que eclodem em toda América Latina, os povos não irão pagar pela crise com seu suor, suas terras e suas vidas. A resistência se levanta em defesa dos direitos até aqui durante conquistados. Sabemos que Piñera é aliado de Bolsonaro e, por isso, nós, juventude brasileira, devemos ir às ruas, para manifestar nosso apoio e solidariedade à luta do povo chileno e exigir o fim da repressão. Não aceitaremos condutas covardes. O movimento que agora nasce no Chile, contra a piora de vida, é mais um exemplo da força da luta anti-imperialista. A América Latina se levanta!”, afirma Thomas, da organização do ato.

 

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