Quintal do Laranjal – O Capítulo Final: Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, é preso

Queiroz é investigado no esquema de rachadinha e formação de quadrilha pertencente a Flavio Bolsonaro

Foto: G1

Demorou mais de 2 anos! Mas finalmente o 9° capítulo da história “O Quintal do Laranjal”, que publicamos aqui o 1° capítulo em 2018 após a eleição-golpe de Bolsonaro, chega à finalemnte a prisão de Queiroz. “Onde está Queiroz?”, parece que ele estava ‘tão bem escondido’ (ou sendo escondido), que invejou até o Bin Laden. Vamos aguradar para publicar as próximas cenas do Capítulo 9, desta trama cheia de corrupção, mentiras, dinheiro público sujo e uma família especialista em negócios sujos, mas que pintam de bom moço e que tem o presidente ‘messias’ mas fascista. Pode isso, Arnaldo?

O ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), Fabrício Queiroz, foi preso em Atibaia, interior de São Paulo, na manhã desta quinta-feira 18. De acordo com o portal G1, ele estava no imóvel do advogado do parlamentar, Frederick Wassef.

Os mandados de busca e apreensão e de prisão foram expedidos pela Justiça do Rio de Janeiro, num desdobramento da investigação que apura esquema de rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que o Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope) “apoia agentes do Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MP) no cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão em Atibaia”.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) afirma que obteve na Justiça “a decretação de medidas cautelares que incluem busca e apreensão, afastamento da função pública, o comparecimento mensal em Juízo e a proibição de contato com testemunhas”. A operação foi nomeada de Operação Anjo.

A lista inclui o servidor da Alerj Matheus Azeredo Coutinho, os ex-funcionários da casa legislativa Luiza Paes Souza e Alessandra Esteve Marins, e o advogado Luis Gustavo Botto Maia.

Queiroz e Flavio Bolsonaro: amigos nos ‘jogos’ e nas maracutaias  Foto: Yahoo Noticias

Entenda o caso

A investigação contra Flávio Bolsonaro começou após um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ter identificado uma movimentação suspeita de 1,2 milhão de reais na conta de Queiroz entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017.

De acordo com o relatório, diversos saques e depósitos em dinheiro vivo foram feitos na conta de Queiroz em datas próximas do pagamento de servidores da Assembleia Legislativa do Rio. O PM chegou a admitir que recolhia parte do salário de servidores do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro para contratar “assessores informais”.

Fonte: com informações de Carta Capital

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