Israel, Brumadinho e o que há por detrás do interesse na mineração

por Delcio Junges, Delcio Junges, do Editorial do Estadão Internacional

Foto: Reprodução da internet

Israel envia equipe de resgate a outro país pela 1ª vez, após criação de grupo

É a primeira vez que Israel envia uma equipe de resgate a outro país, após a criação do Grupo Consultivo Internacional de Pesquisa e Resgate (Insarag, na sigla em inglês), em novembro de 2018, de acordo com Força de Defesa de Israel.

“A delegação inclui cerca de 70 reservistas do total de 130 soldados entre homens e mulheres”, disse o porta-voz do Exército, general Ronen Nellis.

Entre os soldados estão especialistas em engenharia, médicos, bombeiros, soldados da unidade subaquática, representantes do Ministério de Relações Exteriores e embaixador de Israel para o Brasil, Yossi Sheli. A delegação é chefiada pelo comandante de Pesquisa Nacional e Resgate, coronel Golan Vach.

Após discussões sobre o formato das buscas, a equipe de resgate decidiu se concentrar na procura por sobreviventes. Para isso, um dos equipamentos enviados foram radares para busca de celulares.

O ESCÂNDALO DE BRUMADINHO E A EXPLORAÇÃO DO NIÓBIO POR ISRAEL

O grupo israelense que veio ao Brasil nunca atuou em nada de resgate. Foi criado em novembro de 2018, e é a primeira vez que sai de Israel. E são todos militares, que seguem a cartilha do primeiro-ministro Netanyahou. Mas incrivelmente o governo brasileiro preferiu Israel ao nosso EB, que tem infinita experiência em catástrofes, inclusive internacionalmente, vide Haiti. Qualquer um que entenda minimamente de logística de resgate e logística militar, sabe que isso é um embuste. Nosso ambiente é totalmente diferente de Israel.

Israel, que por coincidência já estava com o avião preparado. Que por coincidência quer explorar o minério no Brasil (NIÓBIO !!!). Que por coincidência, o presidente da Vale é judeu. Que por coincidência, foi presidente do grupo Ultra, dono da rede de postos Ipiranga, financiador da campanha do Bolsonaro. Esse grupo Ultra, por coincidência, apoio a ditadura militar brasileira, financiando treinamento de torturadores e grupos para-militares. Que por coincidência, os instrutores vieram de USA e Israel.

A indisposição entre Exército Brasileiro e o Exército de Israel

Vieram para ficar até as buscas acabarem, mas após 3, isso mesmo, três dias de auxílio nas buscas, resolveram ir embora. Em diversas mídias e fontes jornalísticas ventilaram que devido a uma indisposição entre os militares do nosso exército tupiniquim e o dos israelenses, estes quiseram ir embora. Seria apenas isso, ou o exército acabou descobrindo que havia outros interesses envolvidos por trás disso? Equipamentos que não serviam, equipes que nunca tinha participado de resgates e indisposições, várias passagens de uma história mal contada ou má cotada ($$$$).

Fonte: Estadão/ Estado de Minas

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