Imperialismo e grandes empresários já sonham com Bolsonaro impondo a reforma da previdência

De acordo com um relatório da divisão de Inteligência da revista Economist, o dito ”humor dos investidores” ira azedar caso não seja implementada a Reforma da Previdência dentro de um ano, além de mais ataques contra os trabalhadores como parte da Reforma Trabalhista iniciada pelo governo de Michel Temer. Para a revista, a melhor solução para a reforma da previdência é a proposta do governo Temer, que prega, por exemplo, o aumento da idade miníma para receber o direito.

Como candidato cotado da classe dominante, Jair Bolsonaro estará encarregado de implementar esses ataques contra os trabalhadores e demais setores populares da sociedade. O candidato reacionário, que é conhecido pelo seu discurso enérgico contra os setores oprimidos da sociedade, terá que mostrar a outra cara: um Bolsonaro docil e submisso a este setor da burguesia internacional que desejam arrancar sangue da classe trabalhadora.

Como prova de que o relatório espera mais ataques, através da aprofundação da reforma trabalhista iniciada por Michel Temer, a revista coloca que ’’As reformas de 2017 introduziram algum grau de flexibilidade ás bizantinas regras no país, mas mais precisa ser feito’’.

A revista afirma que uma das tarefas do proximo presidente é a redução do custo Brasil, e coloca Bolsonaro como o candidato com a melhor a governabilidade já que possui o apoio da bancada do boi, da bala e da bíblia.

Mas já levanta a possibilidade de resistência aos projetos de privatização sob a bandeira de Paulo Guedes. De acordo com o relatório da Economist ’’Se Guedes se decepcionar com a provável resistência a seus planos de privatização, ele não pode permanecer durante os quatros anos de governo’’.

O relatório também coloca que a saída de Guedes ’’potencialmente colocaria a credibilidade da administração de Bolsonaro em xeque’’.

Este relatório revela aquilo que já sabíamos: os ricos querem descarregar o peso da crise nas costas dos trabalhadores, e querem escolher a dedo o futuro presidente do país, com a tutela do judiciário golpista, para que seja eleito um nome capaz de atacar com contundência o direito dos trabalhadores, setores oprimidos e o povo pobre.

Fonte: Esquerda Diário

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