Minas Gerais inicia greve dia 15 de março

Aconteceu, na manhã do dia 08 de março, a primeira reunião de negociação do ano com o governo do estado, embora, desde janeiro, o Sindicato já vem cobrando o reajuste do Piso Salarial e outras questões. Participaram da reunião representando o Governo: Francisco Moreira, Secretário-Adjunto de Governo; Wieland Silberschneider, Secretário-Ajunto de Educação; Macaé Evaristo, Secretária de Estado da Educação; Antônio Davi, Subsecretário de Recursos Humanos da SEE; Rogério Correia, deputado estadual e 1o. Secretário da mesa diretora da Assembleia Legislativa e Carlos Calazans representando a Seplag.  
Em janeiro deste ano, o Sindicato solicitou ao governador Fernando Pimentel a aplicação do reajuste do MEC de 7,64% conforme prevê a Lei 21.710/15. Também já havia sido solicitado a suspensão do corte de ponto dos servidores das Superintendências Regionais de Ensino e do Órgão Central e reabertura das negociações. No dia 07 de março, também fez uma notificação diretamente ao Governador em razão do descumprimento do acordo assinado em 2015 sobre Piso Salarial, carreira  e adicional de valorização da educação básica.

Minas Gerais em greve
Na assembleia que aconteceu no período da tarde, no Hall das Bandeiras da Assembleia Legislativa, milhares de trabalhadores/as de todas as regiões do estado votaram e aprovam o calendário de atividades, que define, entre outras ações, a deflagração da greve a partir de 15 de março tendo dias pautas: a luta contra a reforma da previdência (PEC 287) e pelo cumprimento dos acordos assinados pelo Governo do Estado. 

“Precisamos nos fortalecer e nos mobilizar de maneira forte contra esse governo Michel Temer que quer nos enterrar vivos. A reforma da previdência do governo ilegítimo Michel Temer é isso e vai atingir a todos. Eles têm pressa. O primeiro turno de votação da PEC 287 acontece dia 28/03 na Câmara dos Deputados e o 2º turno está marcado para 6 de abril. Eles correm porque têm receio da nossa força, da nossa mobilização. Por isso, precisamos adotar estratégias para derrubar essa reforma. Vamos pressionar os deputados para que não votem a favor dessa PEC. Vamos ainda fazer com o governo Pimentel cumpra os acordos que assinou conosco”, reforçou Beatriz Cerqueira.

Fonte: Sind-Ute

 

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